BRAYNER, Flávio Henrique Albert. Educação e Republicanismo: experimentos arendtianos para uma educação melhor. Brasília: Líber Livro Editora, 2008.
A relação professor-aluno pautava-se pela proximidade, e as aulas aproximavam mais de uma “conversação de mão dupla, em lugar de uma transmissão de mão única” (GOODSON, 2002, p. 40). Contudo, o modelo de educação no qual o Estado ocupa um papel central definindo o currículo, formando professores, tornando obrigatório o ensino até determinada faixa-etária e fornecendo certificados suplantou aquelas modalidades de instrução, predominando não somente na Europa como em outras partes do mundo.