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CRIANÇAS DO CONSUMO - A INFÂNCIA ROUBADA (2006)
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Autora: SUSAN LINN
Editora: INSTITUTO ALANA
Sinopse:
Em 'Crianças do consumo', a psicóloga Susan Linn faz um estudo detalhado do 'mercado infantil', como é conhecido pelos profissionais da publicidade, realizando um exame dos paradigmas da infância moderna corrompida por interesses comerciais vindos de todos os lados. As crianças são a bola da vez do marketing, alvos de tudo, desde brinquedos até a indústria de fast-food. Todos os aspectos da vida das crianças - saúde, instrução, criatividade e valores - estão correndo o risco de serem comprometidos pelo seu status no mercado consumidor. Apoiada em histórias reais do marketing para crianças, teorias do desenvolvimento infantil, nas pesquisas mais recentes sobre o tema e até na opinião dos profissionais de marketing sobre o seu trabalho, Susan Linn revela a gravidade do problema e mostra o que pode ser feito sobre o assunto.
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL - A FORMAÇÃO DO SUJEITO ECOLÓGICO (2008) |
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Autora: ISABEL CRISTINA DE MOURA CARVALHO
Editora: CORTEZ
Sinopse:
A proposta educativa que inspira este livro é contribuir para formação de sujeitos capazes de compreender o mundo e agir nele de forma crítica. Essa intenção também poderia ser enunciada como a formação da capacidade de 'ler e interpretar' um mundo complexo e em constante transformação. Compartilhando dessa intencionalidade educativa, o projeto político-pedagógico de uma EA crítica poderia ser pensado como a formação de um sujeito capaz de 'ler' seu ambiente e interpretar as relações, os conflitos e os problemas aí presentes. Assim, inscrevemos as condições naturais em que vivemos em nosso mundo de significados, transformando a natureza em cultura. A educação acontece como parte da ação humana de transformar a natureza em cultura, atribuindo-lhe sentidos, trazendo-a para o campo da compreensão e da experiência humana de estar no mundo e participar da vida. Neste sentido, o educador de um modo geral, mas especialmente o educador ambiental é, por 'natureza', um intérprete, não apenas porque todos os humanos o são, mas também por ofício, uma vez que educar é ser mediador, tradutor de mundos. Ele está sempre envolvido na tarefa reflexiva que implica provocar outras leituras da vida, novas compreensões e versões possíveis sobre o mundo e sobre nossa ação no mundo.
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ESCRITOS SOBRE EDUCAÇÃO (2003) |
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Autor: FRIEDRICH WILHELM NIETZSCHE
Editora: LOYOLA
Sinopse:
Este livro reúne a experiência de 65 representantes da área de educação on-line e mostra que a avaliação on-line é uma questão complexa que só pode ser resolvida com conhecimento de causa. Na primeira parte do livro, discutem-se as vertentes teóricas mais engajadas da história da avaliação da aprendizagem, ressignificadas para as práticas de docência e de aprendizagem on-line, e novas teorias advindas da ambiência cibercultural estruturadas pelas tecnologias digitais de informação e comunicação. Na segunda, são apresentadas abordagens metodológicas para utilização de diferentes interfaces presentes em ambientes virtuais de aprendizagem. A terceira parte é dedicada a relatos de experiências pessoais e institucionais de docência e avaliação da aprendizagem em cursos livres de curta duração, graduação, pós-graduação e educação corporativa.
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AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE (2006)
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Autores: MARCO ANTONIO DA SILVA & EDMEA SANTOS Editora: LOYOLA
Sinopse: |
Domenico De Masi e Frei Betto debatem sobre alguns dos temas da pós-modernidade do avanço tecnológico à sociedade de consumo, da educação à filosofia, da teologia à política. Com pontos de vista ora coincidentes, ora conflitantes, mas muitas vezes complementares, ambos oferecem uma explanação sobre os rumos da humanidade, questionando de que forma as escolhas do presente estão construindo o amanhã que se anuncia. Mediado pelo psicanalista e educador José Ernesto Bologna. |
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CRONISTAS EM VIAGEM E EDUCAÇÃO INDÍGENA (2008) |
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Autora: NIETTA LINDENBERG MONTE
Editora: AUTENTICA
Sinopse: |
Há pouco mais de meio milênio, um vasto mosaico de povos indígenas ocupava, de forma plena, o extenso território que depois seria nomeado Brasil. Hoje, fração pequena dessa sociodiversidade sobrevive, em estado de alerta. A educação escolar indígena tem sido um dos lugares de batalha contra e a favor dos processos de revitalização e desaparecimento de toda essa riqueza. Nietta Lindenberg nos apresenta os bastidores da história de jovens indigenistas brasileiros, chamando-os de cronistas de viagem. Ela foca as atividades de documentação e reflexão sobre o trabalho de campo realizado por esses viajantes - a assessoria e a formação de indígenas como professores e agroflorestais, em especial no Acre e no sul do Amazonas. Debruçada sobre alguns dos relatórios de viagem escritos por esses indivíduos, reproduzindo e analisando seus textos, narra as experiências vividas em campo pela voz de seus autores.
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