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| AVALIAÇÃO: INSTRUMENTO DIVERSIFICADO |
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Anelyse Lima |
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Cláudia Magalhães |
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Profª Ms. Kátia Cunha |
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Este artigo tem por objetivo principal fazer uma abordagem acerca dos instrumentos diversificados da avaliação da aprendizagem, destacando a avaliação formativa como um instrumento que não pode ser descrito como prioritário ou adotado como modelo, mas que deve contemplar as diferentes características dos alunos, onde a diversidade é que vai possibilitar ao professor obter mais e melhores informações sobre o trabalho em sala de aula, fazendo a reflexão que a avaliação precisa ser processual, contínua e sistematizada.
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| ENSINO DE GEOGRAFIA: DESAFIOS E DESVENTURAS |
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Prof. José Lenivaldo Pereira da Costa |
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Foi pensando enquanto professor de Geografia, que busca através do seu conhecer pedagógico, ampliar sua interação com o ensino e a aprendizagem, que decidimos realizar esta pesquisa, com o intuito de analisar o ensino na modalidade da Educação de Jovens e Adultos: quais os desafios e as desventuras de alunos e professores do ensino fundamental na cidade de Guarabira-PB, sonhando com uma educação cada vez melhor para os excluídos e, assim, contribuir tanto na minha quanto na formação daqueles que buscam apoio para futuras reflexões sobre o tema. |
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| Bases POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO SEXUAL |
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Prof. Marcio Francisco dos Santos |
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Prof. Keli Cristiane Vido |
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Para efetivar transformações sociais é necessário, como ponto de partida, o entendimento completo dos padrões e normas sexuais de nossa sociedade e da forma como eles estão relacionados com a nossa estrutura sócio-econômica, política e cultural. Para isso, no entanto, são necessárias algumas condições.
É preciso entender como os padrões e normas sexuais foram mudando ao longo da história de nosso país, buscando a relação com todos os acontecimentos sociais, econômicos e políticos de cada época; é fundamental ainda, buscar compreender, concomitantemente, a história da sexualidade ao longo dos séculos, desde a antiguidade, em todo o mundo ocidental e contextualizar, a partir daí, os nossos padrões morais, sexuais, enfim, culturais. Conforme ressalta Nunes. |
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| O QUE SE APRENDE DENTRO DE UM INSTITUTO PENAL PARA MENORES ? |
Ms. Carla Cristina Storino |
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Samuel, jovem marroquino, dezesseis anos de idade, que cumpria pena por infração em um instituto penal juvenil italiano, numa manhã de junho de 2008, recebeu a decisão favorável do juiz decretando a sua saída do Instituto. Alegre, festejava e era saudado pelos colegas, com os quais conviveu durante alguns meses. No sistema penal italiano é previsto que, quando ocorre a saída de um adolescente, tanto os educadores quanto os agentes penitenciários, executam alguns procedimentos de rotina. Enquanto Samuel aguardava o desfecho destes procedimentos, um servidor se aproxima dele e rindo, diz:
"Um delinqüente a menos para dar trabalho". Isso faz eco: Que sentido esta frase assume, dita dentro de uma instituição que “reabilita” o adolescente em conflito com a lei? Isso revela que, embora o Estado propague que os Institutos Penais têm uma função reabilitativa, pudemos observar que, as práticas dos operadores sociais do sistema penal são procedimentos de punição e não, de reabilitação. |
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| COMENIUS, ROUSSEAU E DURKHEIN: AS FUNÇÕES DA ESCOLANA SOCIEDADE MODERNA |
Prof. Dr. Celso Noburo Uemori |
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Abordo, neste artigo, o pensamento de Comenius, Rousseau e Durkheim a respeito da educação. Atenho-me, respectivamente, a uma obra de cada autor: Didática Magna, Emílio ou da Educação e Educação e sociologia. O meu objetivo será o de apreender o que eles disseram no tocante à função da educação para responder a algumas das grandes questões suscitadas nas respectivas sociedades e épocas. Em outras palavras, as obras em questão serão analisadas relacionando-se o pensamento pedagógico elaborado por cada um dos autores com projetos de amplitude maior do que uma proposta de como educar as crianças. |
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